20.11.08

ANDRÉ SOUSA instalação | FBAUL 22h



História da arquitectura

MESA REDONDA | FBAUL auditório 19h

Dentro do plano de actividades que temos vindo a apresentar durante esta semana, esta mesa redonda propõe um momento de conversa informal entre algumas das pessoas que colaboraram com artigos e projectos para a Marte nº3 - André Sousa, Luís Firmo, Miguel Wandschneider, Verónica Metello, Nelson Guerreiro e Manuela Ribeiro Sanches - , a coordenadora editorial Liliana Coutinho e a restante equipa que viabilizou este terceiro número.
Para além de falarmos um pouco sobre o trabalho a nível editorial e da participação de cada um dos autores, procuraremos também, re-apresentar/discutir a dinâmica de todo o projecto Marte.

19.11.08

DAVID LAMELAS cinema | CULTURGEST 21h30



(clique na imagem para ver melhor)

13.11.08

MARTE nº3 | actividades paralelas



(clique na imagem para ver melhor)
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MAIS INFORMAÇÕES: www.revistamarte.blogspot.com revistamarte@mail.com
LOCAIS DE VENDA:
Ass. Estudantes da Fac. Belas-Artes Univ. Lisboa
Fabrica Features Lisboa
Culturgest (durante os dias de Actividades Paralelas)

30.10.08

HAPPENING Pillow Fight Club


Está agendada para Sábado, dia 1 de Novembro às 17:00, na Alameda Afonso Henriques em Lisboa uma batalha de almofadas.
O campo de batalha será o relvado à frente da Fonte Luminosa.

Toda a gente pode aparecer e participar desde que cumpra um conjunto de regras:
1- Fala do Pillow Fight Club
2- Fala 
mesmo a toda a gente do Pillow Fight Club
3- Traz a almofada dentro de um saco grande, ou de lixo.
4- A batalha começa às 17 em ponto, NÃO antes. Deves chegar um pouco antes, e vaguear pelo resto da Alameda. Só às 17:00 corres para o ponto designado e tiras a almofada do saco.
5- Se uma pessoa protestar, ou não tiver almofada, não podes lutar com ela.
6- É proibido lutar com outros objectos que não almofadas, introduzir coisas pesadas dentro das almofadas, ou usar violência.
7- São proibidas manifestações políticas ou ideológicas.
8- A batalha continua até acabar.
9- Quando acalmar, vê se há alguma almofada que não tenha sobrevivido. Faz-lhe um funeral no mar com honras de estado, ou pega nela e mete no lixo.
10- Se houver comunicação social presente, a resposta oficial a qualquer pergunta é "Vim agora do IKEA, fui lá comprar almofadas. Saí aqui na Alameda e de repente apanharam-me no meio disto."
(Podem substituir por Moviflor, Habitat, Casa das Sandes, o que quiserem. O importante é fingirem-se de despercebidos e não irem no jogo dos jornalistas.)
O ponto para onde deves ir quando forem 17:00 é a parte da frente do relvado, mesmo em frente à fonte. A batalha decorre apenas em cima do relvado.
Se trouxeres uma câmara e capturares imagens ou vídeo da batalha a decorrer, envia os links para este blog: http://www.improvlisboa.blogspot.com/

Traz uma t-shirt de uma cor primária (amarelo, vermelho, azul, verde). Se tiveres uma almofada extra, podes trazer; alguém de certeza se vai esquecer.

27.10.08

A visibilidade da invisibilidade.

Subentendendo que a mínima profundidade de campo conseguida por uma câmara se pode definir num plano - estando apenas esse focado - tive a seguinte ideia:

: 3 câmaras

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plano focado da câmara 1 (frontal)
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plano focado da câmara 2 (perfil)

Da intersecção destes dois planos (câmara 1 e 2) resulta uma recta.
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plano focado da câmara 3 (horizontal)
Da intersecção destes três planos (câmara 1, 2 e 3) resultam três rectas.
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ponto de intersecção


Da intersecção destas três rectas resulta um ponto.

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foco único
A ideia é ter, hipoteticamente, um único ponto no espaço focado. Mas se não definir esse ponto no espaço (digo ter uma qualquer marcação visível), por um lado, "dou-lhe visibilidade" focando-o, por outro, esse mesmo ponto é invisível.
(Meaning, tenho a mania que faço coisas pseudo-conceptuais e não sei quê)
Mas como lhe disse, isto tem sido o que ando a pensar nestes últimos tempos, dar visibilidade ao indefinível/invisível, dar um lugar a um não-lugar, facultar ver o que não é visível - uma dialéctica paradoxal assim resumindo.